Academia dos Sentidos – Episódio 1: “O Personal Trainer”

Eu nunca imaginei que minha obsessão por glúteos firmes me levaria até ele. Rafael. Personal trainer com mãos que pareciam saber coisas que meu corpo ainda não havia aprendido. 1,85m de músculos definidos, ombros largos que estreitavam até uma cintura que eu tinha vontade de envolver com minhas pernas. Usava sempre aqueles shorts de compressão que deixavam pouco à imaginação sobre o volume que escondiam entre as pernas.

O primeiro toque foi durante um agachamento sumô. Suas mãos grandes, com veias salientes, se posicionaram na minha cintura para corrigir minha postura. Os dedos se enterraram levemente na minha pele acima do legging, e eu senti um calafrio percorrer minha coluna.

“Mais para trás, Julia,” sua voz era grave, próxima do meu ouvido. O hálito quente fez meus mamilos endurecerem contra o top esportivo.

Durante semanas foi assim: toques profissionais que duravam meio segundo a mais do que o necessário. Olhares que me seguiam no espelho enquanto eu fazia elevação pélvica. A tensão sexual era mais intensa do que qualquer treino de HIIT.

Até que um dia, depois do último horário, ele se aproximou enquanto eu bebia água no bebedouro.

“Precisa de um alongamento extra hoje?” perguntou, os olhos castanhos escuros fixos nos meus lábios.


O estúdio de Pilates estava vazio, apenas a luz azulada das máquinas iluminando nossos corpos. Deitei-me no reformer, meu corpo ainda quente do treino.

“Vamos trabalhar sua flexibilidade,” disse ele, posicionando-se entre minhas pernas abertas.

Suas mãos começaram nas minhas panturrilhas, subindo com firmeza. Quando alcançaram minhas coxas, seus polegares se abriram, massageando a parte interna que tremia levemente. Meu legging de tecido tecnológico parecia evaporar sob seu toque.

“Relaxa,” sussurrou, seus dedos encontrando a borda do meu shortinho sob o legging. Com um movimento fluido, puxou meu legging para baixo, expondo minha nudez ao ar condicionado frio que contrastava com meu calor interno.

Seus olhos beberam a visão antes que suas mãos retornassem. Dois dedos largos, fortes de segurar halteres, deslizaram pela minha umidade. Eu arquei as costas, prendendo a respiração.

“Você treina tão duro,” ele comentou, os dedos circulando meu clitóris inchado. “Deve ser recompensada.”

Sem aviso, ele substituiu os dedos pela boca. Língua larga e firme, tanquinho definido pressionando contra minhas coxas enquanto ele me comia como se fosse sua última refeição. Minhas mãos se enterraram em seus cabelos curtos, guiando o ritmo enquanto eu gemia os nomes de todos os exercícios que ele me fazia fazer.

Quando minha primeira onda me atingiu, minhas pernas tremeram como na última repetição da falha muscular. Ele sorriu, seu queixo brilhando de mim.

“Agachamento agora,” ordenou, levantando-se.

Seu shorts de compressão tinha um volume impressionante. Puxei-o para baixo e engoli seco. Seu pau, grosso e veiudo como eu imaginara, curvava-se levemente para cima. A cabeça, arroxeada e úmida, bateu contra meu abdômen quando o puxei para perto.

Ele me virou, me inclinou sobre o reformer e entrou em mim por trás em um movimento fluido. Preencheu-me completamente, uma penetração profunda que fez meus olhos se arregalarem. Suas mãos seguraram meus quadris, os dedos se enterrando na minha carne enquanto ele estabelecia um ritmo implacável.

Cada empurrão era calculado: profundo, retirando quase completamente antes de voltar com força. Eu conseguia ver nossa reflexão no espelho à frente – meu corpo curvado, suas costas musculosas flexionando, nossos rostos contorcidos de prazer.

“Essa é minha boa aluna,” ele rosnou próximo ao meu ouvido, aumentando a velocidade.

A posição permitia uma penetração angulada que esfregava exatamente onde eu precisava. Meus gemidos ecoaram na academia vazia, misturando-se com o som de nossas peles se encontrando.

Quando senti a segunda onda se aproximando, suas mãos desceram à minha frente, dedos encontrando meu ponto sensível novamente. Foi o estímulo final – meu corpo contraiu-se em torno dele em espasmos violentos, meu grito abafado contra meu próprio braço.

Ele segurou meus quadris com força, enterrando-se até o fim com um grunhido gutural. Senti seu calor preenchendo-me, pulsando dentro de mim enquanto seu corpo tremia contra o meu.

Ficamos assim por um minuto, ofegantes, suados, ainda conectados.

“Bom treino,” ele finalmente respirou, dando um tapinha leve na minha nádega.

Eu sorri no espelho, sabendo que isso era apenas o aquecimento.

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